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Estudos e Contemplação
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O Dr. Danny Penman, autor do livro A Arte de Respirar, nos lembra que os estados mentais mais intensos se refletem no corpo na forma de sensações físicas. Cada uma dessas sensações é uma mensagem. Se as ignorarmos ou suprimirmos, elas se tornarão mais insistentes e angustiantes, podendo evoluir para infelicidade e sofrimento.
Mas ele explica que há uma alternativa:
Se ouvir essas mensagens conscientemente, sentindo-as de forma ativa no corpo, algo milagroso pode acontecer. Você vai perceber que elas vêm e vão como as ondas no mar ou a respiração no seu corpo. E em breve elas vão começar a se desmanchar por si sós, deixando para trás uma mente mais calma, feliz e perceptiva.
Podemos ir além na interpretação das mensagens do corpo físico. Lise Bourbeau, autora de Escute seu Corpo, explica que há em nós uma superconsciência, que representa nosso lado divino. Esse guia interior sabe exatamente o caminho que devemos seguir e nos envia mensagens através do corpo:
Eis diferentes mensagens que sua superconsciência pode lhe enviar para avisar que há algo nocivo acontecendo na sua vida: emoções exacerbadas (especialmente medo, culpa e raiva), mal-estar, doenças, falta de energia, variações de peso, acidentes, vícios, consumo excessivo de álcool ou drogas, problemas para dormir, etc.
Percebe os sinais do corpo?
Você pode começar a escutá-lo seguindo os passos abaixo:
Até o próximo artigo!
O material de hoje traz algumas reflexões e citações sobre o silêncio e a oração, com palavras de Jesus Cristo, Eckhart Tolle, Thich Nhat Hanh, Norman Vincent Peale e Ramana Maharshi.
Ouça aqui no blog:
Obrigado por acompanhar o blog. Uma feliz Páscoa para você e sua família ❤️🙏
O ego é uma parte da mente que parece ter vida própria. Quando estamos interagindo com outras pessoas – e quando elas interagem conosco –, estamos, quase sempre, lidando com o ego. Por isso, é importante conhecer melhor essa parte da mente humana, muitas vezes responsável pelo sofrimento que nos aflige.
Lise Bourbeau, autora do livro Escute seu Corpo, define o ego da seguinte forma:
Às vezes chamado de “pequeno eu”, o ego é o EU que julgamos ser. Ele se forma a partir da nossa energia mental, isto é, de nossas memórias e principalmente de nossas crenças. Na realidade, o ego é a soma de todas as nossas crenças mentais, sejam elas benéficas para nós ou não.
O ego resiste ao fluxo da vida
Estamos em conflito com o que está acontecendo agora?
O ego também é chamado de mente não observada, pois raramente percebemos sua atuação. Uma forma de reconhecê-lo é observar nossas reações. Se estamos resistindo ao momento presente, isso pode ser um sinal da influência do ego.
O ego se apoia em dramas para garantir sua existência. Ele é o resultado de uma história: uma identidade criada pela mente com base em interpretações do passado, que podem ou não ser coerentes. Quanto mais nos identificamos com as narrativas mentais, mais o ego se fortalece. Seja representando o papel de alguém melhor que os outros ou o papel de vítima, o ego está sempre tentando reforçar sua importância.
A boneca de sal se dissolve
O ego é apenas uma identidade ilusória. Na filosofia espiritual do Oriente, ele é comparado a uma boneca de sal que, em sua busca pela compreensão de si, se dissolve no oceano da consciência universal — o Ser.
O ego só existe enquanto a consciência está identificada com a forma. Por meio da auto-observação e de práticas espirituais, percebemos que não somos, em essência, um corpo, um nome ou uma história — somos aquela dimensão que está consciente de tudo isso.
Essa é a jornada espiritual: a busca pela verdade que dissolve a boneca de sal e revela nossa verdadeira natureza, além da forma.
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Há 2.500 anos, o sábio Buda ensinou que, sempre que reagimos, deixamos marcas na mente que podem influenciar nosso comportamento futuro.
O marimbondo na mente
Imagine o exemplo de uma pessoa que leva uma picada de marimbondo. A dor que ela sente deixa uma marca não apenas no corpo, mas sua reação também deixa uma marca na mente. Da próxima vez que notar o inseto por perto, poderá sentir medo e reagir sob a influência do passado.
As doenças psicossomáticas
As marcas deixadas na mente podem afetar o bem-estar do corpo e levar ao surgimento das chamadas doenças psicossomáticas. Geralmente, observamos mais o corpo e o mundo externo do que a própria mente. Com isso, nem sempre percebemos padrões mentais e emocionais negativos que podem estar causando ou agravando uma doença.
Como ensinava o professor de meditação S.N. Goenka:
Muitas doenças psicossomáticas desaparecem naturalmente quando as tensões mentais são dissolvidas. Se a mente está agitada, propicia o desenvolvimento de doenças físicas. Quando a mente adquire calma e pureza, as doenças desaparecem automaticamente.
Auto-observação e cura
Ao observar nosso próprio mundo interior, de pensamentos e sentimentos, começamos a compreender por que reagimos como reagimos. Além disso, quando nos dedicamos a práticas espirituais como meditação, oração, presença e quietude, permitimos que nosso corpo físico se cure como reflexo da cura mental.
Podemos começar observando:
Ao fazer isso, iniciamos o processo de libertação do sofrimento causado por nossas próprias reações inconscientes.
A oração só pode fazer por você o que ela pode primeiro fazer através dos seus pensamentos e sentimentos. A oração eficaz trabalha de dentro para fora. — Catherine Ponder
Como ensina Catherine Ponder, pastora e autora de As Leis Dinâmicas da Oração, a oração é poderosa porque ativa leis superiores da mente e do espírito. Ao orar, você libera uma força espiritual capaz de romper barreiras mentais que causam confusão ou estagnação. Pensamentos bloqueados e emoções negativas são dissolvidos, permitindo que uma energia mais elevada flua dentro e ao redor de você.
Entre os diversos tipos de oração, destaca-se a oração do silêncio. Nessa prática, você simplesmente aquieta a mente, relaxa o corpo e entra em comunhão com a dimensão espiritual.
A pastora descreve como o silêncio transforma a mente:
No silêncio, quando a mente consciente fica quieta, a mente subconsciente – onde estão as memórias e sentimentos – pode agir livremente. Nesse estado, a mente superconsciente, altamente sensível, começa a funcionar e traz novas inspirações e ideias. Embora o silêncio pareça ser um estado de “não fazer nada”, na verdade muita coisa acontece, pois todas as coisas surgem do silêncio.
Ainda segundo Catherine Ponder, a oração do silêncio é especialmente eficaz para aqueles que não percebem mais resultados com outros tipos de oração. No entanto, se você reconhece em si memórias negativas ou bloqueios psicológicos, pode ser útil continuar praticando formas mais conhecidas de oração, como afirmações e negações, antes de avançar para essa experiência mais profunda.
Para praticar a oração do silêncio de forma simplificada, lembre-se de:
Para praticar a oração do silêncio de forma mais formal, reserve um ou mais períodos do dia para seguir estes passos:
A oração do silêncio pode transformar diversas áreas de nossas vidas.
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A mente superconsciente é a ponte entre o intelecto e a sabedoria que flui do Ser. Ela não depende de lógica ou análise racional. Diferente do pensamento comum, ela se manifesta em lampejos intuitivos, soluções inesperadas e uma clareza que não vem do esforço, mas da entrega.
Em momentos difíceis, quando a conversa não avança, buscamos uma ajuda maior. Imagine um impasse em negócios, onde discussões travadas atrapalham os projetos. Ou veja uma reunião familiar, em que debates ferem os sentimentos. Até negociações entre países podem se tornar tensões que só agravam o conflito.
O conhecimento vem do intelecto, dos dados. Mas a sabedoria verdadeira flui do Ser. Ela brota do superconsciente, intuitiva e profunda, sem depender de argumentos racionais.
Podemos abrir espaço para essa energia com práticas simples. A prática da presença nos conecta com uma dimensão mais elevada. A respiração consciente acalma a mente e o coração. A quietude e os momentos de silêncio transformam conflitos em oportunidades de crescimento.
O superconsciente está sempre com você, guiando com amor e respeitando seu livre-arbítrio.
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Você tem um bichinho de estimação? Já notou como se sente ao cuidar ou brincar com ele?
Na correria do dia a dia, com a atenção dividida entre tantos estímulos, os animais nos ajudam a estar mais presentes. Quando interagimos com eles, seja cuidando ou brincando, nossa atenção se volta para o agora. Isso traz alívio, acalma a mente e, muitas vezes, interrompe o fluxo contínuo de pensamentos, permitindo o relaxamento.
Cuidar de um bichinho pode dar trabalho, mas também traz benefícios, especialmente para quem se sente sozinho, passa por momentos difíceis ou tem uma rotina desgastante. Nessas situações, os animais ajudam a manter a presença e favorecem a restauração da saúde mental.
A simplicidade do relacionamento com os bichinhos nos ajuda a perceber a vida além das narrativas da mente. A dimensão espiritual, sempre presente, se expressa nos animais, e percebemos isso com uma consciência livre de identificações.
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Este é um resumo sobre o que é o corpo de dor e como lidar com ele.
Chamamos de corpo de dor as memórias negativas do passado armazenadas na mente como energia latente. Quando ativadas, podem ressurgir como emoções e reações sutis ou intensas, causando sofrimento e arrependimento.
O corpo de dor e a saúde
Um corpo de dor denso pode causar altos e baixos emocionais, levando ao esgotamento físico e mental sem que a pessoa perceba.
Observe o corpo de dor sem reagir
Ao perceber uma sensação desagradável no corpo, concentre-se na respiração para se ancorar no momento presente.
O corpo de dor tenta absorver toda a atenção, gerando pensamentos e narrativas mentais que alimentam o sofrimento. Mantenha o foco na respiração.
Quando estiver com a atenção plenamente no agora, livre das narrativas, comece a observar as sensações no corpo e permita que se dissolvam naturalmente, sem expectativas.
Dessa forma, a luz da consciência assegura sua liberdade das emoções negativas e do passado.
Lembre-se: não somos o corpo de dor, e sim o Ser que está consciente dele.
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