Hoje lançamos no blog o eBook Coletânea de Artigos.
Reunimos em um único volume em PDF mais de 50 textos publicados entre 2024 e 2025, organizados por temas.
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Estudos e Contemplação
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Recentemente, assisti a um vídeo do professor Arthur Brooks, da Harvard, que apresenta a seguinte ideia: o tédio não é um problema a ser evitado, mas uma oportunidade valiosa para aprendermos sobre o sentido da vida e evitarmos a depressão.
O professor explica que sentimos tédio quando não estamos focados em algo específico — quando não temos nada para pensar. Nesses momentos, a mente divaga e traz à tona questões existenciais desconfortáveis, mas importantes. No entanto, aprendemos a evitar isso, por exemplo, ao pegar o celular a cada momento de espera. Dessa forma, encobrimos o momento presente — a essência da vida — com distrações que podem levar à ansiedade e à depressão.
A mensagem de Brooks é clara: você precisa ficar entediado — fique mais entediado. Escolha atividades ao longo do dia nas quais possa deixar o celular de lado. Isso abrirá espaço para a inspiração, novas ideias e perguntas com significados mais profundos.
Permita-se pelo menos 15 minutos de tédio e veja sua vida se transformar. Se você aprender a ficar entediado, pode acabar mais feliz. — Arthur Brooks
O professor continua usando o celular para o trabalho, mas segue algumas regras de uso que recomenda para todos:
Quebre o vício no celular
Se não for possível desligar o celular, podemos ao menos mudar o hábito de olhar para ele a todo instante. Também é útil configurar as notificações apenas para avisos realmente importantes.
No início, pode parecer desafiador. Mas, com a prática, aprendemos a lidar melhor com o tédio — e, assim, a conhecer melhor a nós mesmos.
Até o próximo artigo!
Recentemente, li sobre a técnica do filme mental, baseada na ideia de que a mente subconsciente torna real qualquer imagem sustentada com fé.
Joseph Murphy, autor do Guia para O Poder do Subconsciente, relata como um desejo que tinha — trabalhar em uma nova região dos Estados Unidos — foi concretizado ao usar essa técnica:
Vi no meu olho mental o público imaginário e senti a realidade de toda a situação. Desempenhei o papel do ator, dramatizei esse filme mental e me convenci de que a imagem estava sendo transmitida para minha mente subconsciente, a qual, à sua própria maneira, a concretizaria.
Você pode empregar essa poderosa técnica seguindo os passos abaixo. Vamos usar um exemplo simples: como utilizá-la na venda de um imóvel.
Passo 1: Tenha certeza de que o preço é justo
Esteja convencido de que o preço definido reflete o verdadeiro valor do imóvel.
Passo 2: Declare que Deus está atraindo o comprador ideal
Afirme com fé que a inteligência infinita está atraindo a pessoa certa — alguém que deseja o imóvel e que irá prosperar nele com amor:
“A inteligência divina atrai o comprador ideal para adquirir e prosperar neste imóvel.”
Passo 3: Relaxe
Silencie a mente e deixe de pensar em como a venda acontecerá. Confie.
Passo 4: Imagine a venda já realizada
Imagine-se com a venda concretizada. Sinta a alegria e a gratidão ao ver o dinheiro ou o valor já disponível na conta bancária. Se fizer isso à noite, antes de dormir, melhor ainda — pois, nesse período, o subconsciente atua mais livremente.
Alinhamento com as crenças
Aceite o filme mental com naturalidade. Não vá contra suas convicções. A imagem sustentada com fé será a substância que unirá comprador e vendedor na realização do negócio.
Que tal experimentar?
Até o próximo artigo!

Como podemos aliviar o peso emocional que carregamos? Sendo gentis conosco!
Levamos em nossa alma as memórias de nossa história. Essas memórias, carregadas de energias do passado, ficam armazenadas na mente subconsciente — o “eu” emocional. A cooperação do subconsciente é essencial no processo de liberação energética. Esse aspecto da mente — às vezes chamado de “criança interior” — representa nossa parte mais sensível. Por isso, é importante sermos gentis conosco.
Seja gentil e paciente com você mesmo enquanto desfaz seus embaraços mentais. Procure ajuda se achar necessário mas, acima de tudo, ame-se a si mesmo durante o processo. A disposição de se libertar do velho é a chave. Esse é o segredo. — Louise Hay
O processo de transmutação das energias do passado começa em nós. Nosso papel é dar início a essa transformação e cura por meio de uma prática espiritual — e então confiar.
Assim, abrimos caminho para que a Divindade em nós purifique as memórias associadas a pessoas, lugares ou coisas. Esse processo promove uma limpeza interior que se estende a todos os que se relacionam conosco.
Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo. — João 14:27
Até breve!

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Li esta historinha do Dr. Joseph Murphy, autor de Guia para o Poder do Subconsciente: reflexões para todas as semanas do ano, e compartilho hoje com você.
Ele conta que, há vários anos, ficou hospedado alguns dias na casa de um fazendeiro na Irlanda. O homem cantava e assobiava o tempo todo, sempre de bom humor. Um dia, o autor perguntou qual era o segredo de sua felicidade, e ele respondeu:
Ser feliz é um hábito que eu tenho. Todas as manhãs, quando acordo, e todas as noites, antes de dormir, abençoo a minha família, as safras, o gado e agradeço a Deus pela maravilhosa colheita.
O fazendeiro havia praticado isso por mais de quarenta anos. Murphy explica que pensamentos repetidos, de forma regular e sistemática, penetram na mente subconsciente e se tornam hábitos. Por exemplo:
Até o próximo artigo!

Conheci o Ho’oponopono em 2019, por meio de livros e vídeos, e desde então venho praticando. Recentemente, decidi fazer um curso oficial criado por Dr. Joe Vitale, Mathew Dixon e pelo renomado Dr. Hew Len (1939 – 2022), referência em Ho’oponopono.
O que é o Limite Zero?
Limite Zero é uma forma de limpar todos os “dados” (ou pensamentos) que se colocam entre você e o Divino (“Zero”). Mas do que se trata isso? É sobre eliminar o ruído da mente para que o Divino possa agir em você com consciência e amor. Para chegar lá, temos muito trabalho a fazer. Então, continue limpando. — Joe Vitale

O curso oferece um treinamento online completo e profundo de Ho’oponopono, com conteúdos inéditos nunca antes disponibilizados. O material (em inglês) inclui videoaulas, um ebook com instruções e um exame que dá direito ao certificado de conclusão.

Além de ensinar a essência da prática, o Dr. Hew Len apresenta ferramentas pouco conhecidas que complementam as quatro frases: “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Eu te amo” e “Obrigado”. Ele fala sobre a transmutação de memórias, os três estados da mente, a relação mente-corpo, o processo da garrafa de vidro azul, o processo HA, entre outros.
Você move todo o cosmos simplesmente ao dizer “Eu te amo”. — Ihaleakala Hew Len
Uma curiosidade: o seminário que deu origem a este curso foi gravado na época do lançamento do livro Limite Zero, e contou também com a participação de Mabel Katz, conhecida palestrante e autora de livros sobre Ho’oponopono.
Quer saber mais sobre o Ho’oponopono? Leia este artigo e assine o blog para receber as novidades por e-mail.
Obrigado!

No artigo de hoje, vamos refletir sobre a entrega espiritual sob a visão de alguns autores conhecidos.
Eckhart Tolle, autor de Praticando o Poder do Agora, explica que a entrega não significa suportar passivamente uma situação ou deixar de agir. Também não significa desistir de fazer planos ou perder a confiança para começar algo novo. A entrega é a sabedoria simples de nos submetermos ao fluxo da vida, sem resistência.
O único lugar em que podemos sentir o fluxo da vida é no Agora. Isso significa que se entregar é aceitar o momento presente sem restrições e sem nenhuma reserva. — Eckhart Tolle
Lise Bourbeau, em Escute Seu Corpo, lembra que nosso lado divino — também chamado de superconsciência — está sempre presente para nos guiar em nossas decisões, sem o desgaste de análises e preocupações. Isso é o que ela chama de entrega.
Seu Deus interior lhe fala sobretudo através dos seus sentimentos. O que você sente é bem mais importante do que aquilo que pensa. — Lise Bourbeau
Mabel Katz, palestrante e autora de 100 Perguntas sobre o Ho’oponopono, explica que a entrega é permitir que o universo mostre os caminhos e nos guie, enquanto liberamos as energias associadas ao passado. Ela reforça a importância de relaxar e ouvir o coração:
Se você quer encontrar seus talentos, solte, confie e se conecte com o seu coração, com as coisas que são fáceis para você, com aquelas que não envolvem nenhum esforço, que você gosta de fazer e que te dão satisfação.
Nem sempre a entrega traz os resultados que esperamos. Com o tempo, percebemos que tudo estava dentro de um plano maior. Durante a jornada, o essencial é cultivarmos a paz interior.
A resposta ao seu problema virá quando você se voltar para a fé e o reconhecimento do Princípio Divino em seu íntimo. — Joseph Murphy
Até breve!

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Existem momentos em que estamos tão focados no que fazemos que o tempo parece passar mais rápido. Mas também acontece de a relação com o que está acontecendo não fluir — sentimos uma emoção negativa e um murmúrio mental que agrava o descontentamento. Por que isso acontece?
O alinhamento com o momento presente
Quando resistimos ao que acontece agora, estamos resistindo à própria vida, já que ela é inseparável do momento presente.
Eckhart Tolle, autor do livro Em Comunhão com a Vida, explica que o ego é, basicamente, um relacionamento desajustado com o momento presente, ou seja, com a vida em si. Podemos mudar essa relação aceitando o agora como ele é e, em vez de reagir ao que acontece, agir com clareza e sem a interferência das narrativas mentais.
Quando a base para nossas ações é o alinhamento interior com o momento presente, elas se tornam fortalecidas pela inteligência da Vida em si. — Eckhart Tolle
O envolvimento emocional no trabalho
Quando trabalhamos em equipe ou empresa, interagindo com outras pessoas, o desafio de estar alinhado ao momento presente costuma ser maior do que quando atuamos sozinhos. Nesses casos, nem sempre temos a liberdade de focar na atividade sem interrupções externas.
Dependendo de como percebemos a situação de trabalho, isso pode se tornar desgastante.
Temos três formas de perceber emocionalmente o que fazemos para manter o alinhamento com o presente:
Se estamos insatisfeitos com uma tarefa e não aceitamos que ela é temporária, percebendo-a apenas como algo doloroso, acabamos causando sofrimento a nós mesmos e, possivelmente, às pessoas ao redor.
Auto-observação
Experimente: observe seu estado emocional e suas reações durante uma semana. Depois, avalie como tem sido seu relacionamento com o momento presente.
Até breve!

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