Assine para continuar lendo
Assine para acessar o restante do post e outros conteúdos exclusivos para assinantes.
Estudos e Contemplação
Assine para acessar o restante do post e outros conteúdos exclusivos para assinantes.
Será que fazer orações em voz alta é tão importante assim? Ou apenas pensar no que queremos é o suficiente?
Catherine Ponder, autora de As Leis Dinâmicas da Oração, explica que muitas das bênçãos da vida não são alcançadas simplesmente porque não as pedimos de forma afirmativa.
Segundo a autora, as orações verbais — afirmações ou decretos pronunciados em voz alta — passam primeiro pelos níveis consciente e subconsciente da mente, rompendo antigos padrões de pensamentos negativos, como desarmonia, falta de perdão, ressentimento, medo, ciúme, inveja e condenação. Depois, alcançam níveis mais elevados, muitas vezes despertando um poder transformador que estava adormecido.
Ela escreve:
Palavras verbais e orações verbais, que muitas vezes parecem mais mentais do que espirituais, são a única coisa capaz de limpar essas camadas e camadas de pensamentos negativos do estrato mental e emocional do homem. É somente após essa limpeza mental e emocional que as orações do homem são atendidas.
Para aprofundar este tema, leia também:
Até breve!

Em outros artigos, falamos sobre este aspecto da mente conhecido como subconsciente ou “criança interior”. Essa parte mais sensível de nós cuida das funções básicas do corpo e armazena lembranças do passado que influenciam sentimentos e reações no presente.
Podemos dizer que o aspecto espiritual do nosso ser está constantemente em diálogo com a criança interior. Enquanto isso, memórias — energias acumuladas — são purificadas, abrindo espaço para renovação emocional, mental e física. Esse processo acontece naturalmente.
No livro BLUE ICE: The Relationship with the Self (sem tradução em português), Ihaleakala Hew Len diz o seguinte, ao se referir à criança interior pelo nome havaiano Unihipili:
O Ho’oponopono trata de estar em paz consigo mesmo. Enquanto você estiver em paz consigo, dentro do Ser — o lugar onde o Unihipili (o subconsciente) existe e no qual a existência habita — então estará em harmonia com tudo ao seu redor.
O autor também descreve seu relacionamento com a criança interior:
É um relacionamento de longo prazo. Então, acredito que o peso maior vem justamente de NÃO conhecer o Unihipili. Esse é o verdadeiro fardo. A maioria de nós vive sem perceber que existe uma Criança dentro de si. Assim, quando nos sentimos sobrecarregados ou cansados, é a Criança que está fatigada pelas velhas memórias se repetindo.
Trabalho com meu Unihipili há muitos e muitos anos, e mesmo hoje, às vezes ainda o negligencio.
Por isso, é algo contínuo. Amar e cuidar do Unihipili, reeducá-lo e conversar com ele sobre como deixar ir — tudo isso faz parte do processo de construir um relacionamento.
Essa harmonia interior resulta em mudanças e milagres no mundo exterior. Esse é um dos motivos que tornam a criança interior — unida à divindade — tão poderosa!
Para acompanhar esta reflexão, uma música inspirada neste tema faz parte do álbum Aramaico Wave, disponível em Amazon Music, Apple Music, Spotify e YouTube Music.
Se preferir, assista ao vídeo da música no YouTube.
Até breve!

Versão em vídeo no YouTube.
Hoje, vamos falar sobre uma parte poderosa do nosso ser que está sempre presente para nos guiar: o superconsciente.
O superconsciente é muitas vezes chamado de Eu Sou, Eu Superior ou até mesmo Mente de Cristo. Ele é uma presença divina dentro de nós, que está além da lógica, da razão e do esforço consciente. Não importa o momento ou a situação em que nos encontramos, o superconsciente está lá, pronto para nos oferecer clareza, sabedoria e direção.
Essa parte do nosso ser se conecta diretamente à inteligência divina, ajudando-nos a tomar decisões mais acertadas, seja em negócios, em questões familiares ou em desafios pessoais. Em momentos de tensão ou quando nos sentimos perdidos, é o superconsciente que nos traz a paz, revelando soluções intuitivas e profundas, que não vêm do esforço, mas da entrega e confiança.
E é aqui que entra um aspecto importante: o superconsciente respeita nosso livre-arbítrio. Ele não impõe nada, mas, com muito amor, nos guia, sempre buscando o melhor para nós, desde que estejamos abertos a escutá-lo. Ele nos ajuda a alinhar nossos pensamentos e ações com a vontade divina, que é sempre boa, perfeita e próspera.
Prosperidade além dos bens materiais
Quando falamos de prosperidade, a ligação com o superconsciente é fundamental. Prosperidade não é apenas sobre dinheiro ou bens materiais, mas sobre a percepção de abundância que flui naturalmente quando estamos em sintonia com nossa essência divina. Quando dizemos “Deus é a fonte da prosperidade”, estamos reconhecendo que essa fonte está dentro de nós, disponível a cada momento.
A chave está em confiar. Confiar que tudo o que precisamos já está sendo providenciado, que a abundância é uma realidade que nos acompanha, e que o superconsciente é o canal por onde essa energia de prosperidade flui para nós.
Abrir espaço para a inspiração
Ao praticarmos a presença, através de momentos de quietude e respiração consciente, criamos o espaço para que o superconsciente se manifeste de forma mais clara e constante em nossas vidas. Ele nos orienta, nos inspira e nos ajuda a liberar qualquer bloqueio, nos lembrando de que somos merecedores de tudo o que é bom.
No fundo, tudo o que precisamos fazer é nos abrir para essa presença interior e confiar que a orientação virá no momento certo. Quando fazemos isso, começamos a ver o mundo ao nosso redor de uma maneira diferente. A prosperidade não é algo distante ou difícil de alcançar; ela é uma manifestação natural da nossa conexão com o divino, sempre presente e pronta para fluir em nossa direção.
O superconsciente está com você — é parte do seu ser, guiando-o, protegendo-o e abençoando-o. Basta confiar, e ele se manifestará.
Até breve!

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.
O homem só encontra verdadeira harmonia em seu ser quando encontra Deus, quando entra em uma comunhão interna com algo maior do que ele mesmo. — Joel Goldsmith
Uma das observações mais comuns de quem está vivenciando uma transformação interior é a sensação de falta de tempo. O ritmo do dia a dia, os compromissos, os horários e a mente agitada começam a incomodar. Isso acontece porque sentimos falta de algo mais — algo que só a dimensão espiritual pode prover.

Áudio para refletir:
Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.
No artigo de hoje, vamos refletir sobre a entrega espiritual sob a visão de alguns autores conhecidos.
Eckhart Tolle, autor de Praticando o Poder do Agora, explica que a entrega não significa suportar passivamente uma situação ou deixar de agir. Também não significa desistir de fazer planos ou perder a confiança para começar algo novo. A entrega é a sabedoria simples de nos submetermos ao fluxo da vida, sem resistência.
O único lugar em que podemos sentir o fluxo da vida é no Agora. Isso significa que se entregar é aceitar o momento presente sem restrições e sem nenhuma reserva. — Eckhart Tolle
Lise Bourbeau, em Escute Seu Corpo, lembra que nosso lado divino — também chamado de superconsciência — está sempre presente para nos guiar em nossas decisões, sem o desgaste de análises e preocupações. Isso é o que ela chama de entrega.
Seu Deus interior lhe fala sobretudo através dos seus sentimentos. O que você sente é bem mais importante do que aquilo que pensa. — Lise Bourbeau
Mabel Katz, palestrante e autora de 100 Perguntas sobre o Ho’oponopono, explica que a entrega é permitir que o universo mostre os caminhos e nos guie, enquanto liberamos as energias associadas ao passado. Ela reforça a importância de relaxar e ouvir o coração:
Se você quer encontrar seus talentos, solte, confie e se conecte com o seu coração, com as coisas que são fáceis para você, com aquelas que não envolvem nenhum esforço, que você gosta de fazer e que te dão satisfação.
Nem sempre a entrega traz os resultados que esperamos. Com o tempo, percebemos que tudo estava dentro de um plano maior. Durante a jornada, o essencial é cultivarmos a paz interior.
A resposta ao seu problema virá quando você se voltar para a fé e o reconhecimento do Princípio Divino em seu íntimo. — Joseph Murphy
Até breve!

Há algum tempo, aprendi que pronunciar o nome Jesus Cristo abre uma porta para que um nível mais elevado da mente possa atuar emocional e fisicamente, ajudando-nos a lidar com aquilo que está nos causando sofrimento ou tirando nossa paz — seja uma doença ou dor física, problemas financeiros ou de relacionamentos.
Mas por que a prática de buscar mentalmente a presença de Jesus Cristo é uma fórmula tão poderosa de cura? Catherine Ponder, autora de diversos livros sobre espiritualidade e prosperidade, explica que, por meio de sua grande ascendência sobre a humanidade, Jesus Cristo ultrapassou a camada de pensamentos negativos que havia dominado a raça humana. Ao fazer isso, ele abriu caminho para que todos os que se harmonizam com seu poder possam fazer o mesmo.
Não há nome com mais conquistas colossais como o nome “Jesus Cristo”. O poder dessas conquistas existe em todos os níveis para os que invocam esse nome. As mais poderosas vibrações são ativadas ao pronunciarmos o nome “Jesus Cristo”. — Catherine Ponder
Também li histórias de pessoas que, mesmo sem seguir uma religião, superaram grandes desafios ao recorrer a esse nome.
Joseph Murphy, em seu livro O Poder do Subconsciente, explica a relação entre a fé e a mente subconsciente:
Ao dizer: Faça-se-vos conforme a vossa fé, Jesus estava pedindo abertamente a cooperação da mente subconsciente dos cegos, cuja fé era a grande esperança, o sentimento profundo, a convicção interior de que alguma coisa milagrosa aconteceria, que a prece que haviam feito seria atendida.
Entendo que, quando Jesus disse: “E eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes dará.”, ele estava se referindo a essa ligação entre a mente e a dimensão espiritual.
Sentir a presença iluminada de Jesus Cristo é uma experiência pessoal e poderosa, que depende apenas de nossa própria receptividade.
Até o próximo artigo!

Joseph Murphy, autor do best-seller O Poder do Subconsciente, afirma que o processo de cura ocorre com mais rapidez durante o sono, pois, nesse estado, não há interferência da mente consciente. Ele também explica que a prece e a meditação são formas de sono — ou seja, adormecemos para o mundo dos sentidos e despertamos para a sabedoria e o poder da mente subconsciente.
Lembre-se: você é espiritualmente recarregado durante o sono. Sono suficiente é fundamental para termos alegria e vitalidade. — Joseph Murphy
Murphy conta uma história em que precisava tomar uma decisão importante e recorreu à inteligência infinita de sua mente subconsciente, fazendo orações antes de dormir. A resposta veio por meio de um sonho: um amigo de confiança lhe dava exatamente a orientação de que precisava. Ele comenta ainda que, para algumas pessoas, o aviso pode vir na forma de um ente querido, como uma mãe que aparece em sonho e aconselha sobre um assunto.
Dr. Luc Bodin, autor de O Grande Livro do Ho’oponopono, também fala sobre a relação entre memórias e sonhos, citando Freud:
Para Freud, os sonhos são fruto do seu inconsciente. São as manifestações das suas pulsões e dos seus desejos inconscientes. Eles expressam o que você guarda escondido dentro de si, consciente ou inconscientemente. São uma espécie de desabafo ou válvula de escape que permite liberar as tensões fortes demais que estavam presentes no seu inconsciente, a fim de manter a sua consciência em equilíbrio. A evocação de uma lembrança durante um sonho geralmente indica que está na hora de ela ser solucionada. É por isso que os sonhos são uma outra maneira de compreender as memórias erradas enterradas no fundo de si mesmo.
A inteligência infinita
Com base nessas reflexões, podemos compreender que a inteligência infinita — o Ser — representado pelo nível superconsciente da mente, também se comunica por meio dos sonhos. Essa inteligência reúne memórias do subconsciente, tanto individuais quanto coletivas, e oferece respostas que servem ao bem maior.
E você, tem muitos sonhos?

No artigo anterior, falamos sobre a essência que somos — o Ser, a Consciência —, que se expressa por meio do corpo físico e da mente. Neste artigo, vamos nos aprofundar nesta última.
A mente humana pode ser compreendida em três aspectos funcionais: consciente, subconsciente e superconsciente. Cada um desses aspectos desempenha um papel essencial na forma como pensamos, sentimos e agimos.

É com a mente consciente que fazemos escolhas deliberadas. É o “eu” que fala, decide, raciocina e vigia pensamentos e sensações. É através dela que escolhemos mudar um hábito, iniciar um novo caminho ou cultivar um pensamento positivo.
O subconsciente é o aspecto da mente responsável pelas funções automáticas do corpo, como o funcionamento dos órgãos internos e a respiração. É também o local onde as memórias são armazenadas e de onde as emoções se originam. Ele reage aos comandos da mente consciente e se esforça para criar um ambiente de liberdade e felicidade.
O superconsciente é uma dimensão elevada da mente, conhecido como “Eu Sou”, “Eu Superior” ou “Mente de Cristo”. Sempre presente, ele atua como guia e apoio, respeitando o livre-arbítrio. Conectado à sabedoria e à vida universal, supervisiona as mentes consciente e subconsciente, ativando a energia mais potente no corpo e na mente.
Esses três aspectos operam em conjunto. Quando temos um desejo sincero de mudar, usamos o consciente para afirmar essa intenção. O subconsciente entra em ação, reunindo o que aprendemos e sentimos. Por fim, o superconsciente alinha essa intenção com um propósito maior.
A compreensão dessas características da mente favorece um estado de harmonia interior, no qual cada parte desempenha seu papel, enquanto nossa essência — a consciência além das formas — testemunha os resultados naturais dessa cooperação.
Até o próximo artigo!
Você precisa fazer login para comentar.