Há equilíbrio entre o que sinto e faço?

O caminho que estamos seguindo está realmente alinhado com aquilo que sentimos no coração?

Há uma palavra em aramaico, khenuta, usada com frequência por Jesus Cristo para lembrar seus seguidores de que, se houver fome e sede suficientes, poderão encontrar um mundo onde há equilíbrio entre a honestidade interior e a justiça exterior.

Perguntas para refletir:

  • O que enche meu coração de força e propósito, embora possa me tirar da zona de conforto?
  • Há discrepância entre o que desejo em meu coração e o que está acontecendo em minha vida?
  • No que já não acredito mais? O que não é mais válido para mim?

O alinhamento entre o que sentimos e fazemos se torna possível quando reavaliamos o que é verdadeiro agora. Assim, abrimos espaço para que a alma nos guie, e o cosmos crie uma nova realidade através de nós.

E, para acompanhar, uma nova música sobre este tema:

Até breve!

Saúde Divina

O reconhecimento da presença divina em todas as coisas — onipresença — por meio de pensamentos e palavras repercute no corpo físico e no mundo ao redor. Assim, podemos criar o hábito de abençoar diariamente nossos corpos com o pensamento de saúde renovada.

O poder da bênção não conhece limites e pode ser aplicado com sucesso a todas as áreas da vida. — Catherine Ponder

Podemos declarar frequentemente:

“Abençoo a saúde”

“Dou graças porque meu corpo é um templo do Deus vivo”

“Agora louvo, abençoo e glorifico a saúde divina”

Se preferir, você também pode ouvir a música a seguir no YouTube para se inspirar (ative as legendas para acompanhar a letra):

E, ainda nesse tema de saúde, preparamos uma música para acompanhar o artigo sobre suavizar aquilo que nos torna rígidos e inflexíveis.

Um abraço 🌿

Jesus aramaico

Há algum tempo descobri o trabalho de Neil Douglas-Klotz, acadêmico nas áreas que interligam estudos religiosos e psicologia. Há mais de quarenta anos, o escritor e músico pesquisa línguas semíticas antigas (aramaico, árabe, hebraico, etc.) e o significado dos ditos de Jesus Cristo, levando em conta seu idioma nativo — o aramaico.

Por meio dessa literatura, aprendemos que os ensinamentos de Yeshua — como Jesus era chamado em seu tempo — conectam corpo, mente e espírito de forma transformadora. Essa abordagem explora outros aspectos da vida de Jesus, além daqueles que conhecemos pela Bíblia. Com orações corporais, contemplação e práticas de respiração, a mensagem do mestre é acolhida no coração.

O aramaico

A língua aramaica se baseia em verbos, e não em substantivos. Ela aponta para processos, e não para sujeitos fixos. Tudo está acontecendo.

A distinção espacial também é diferente. Palavras como “dentro” podem indicar “entre” ou “ao redor”. Além disso, o que chamamos de corpo, mente e espírito está interligado à natureza e aos mundos invisíveis. Uma única palavra pode ser compreendida em vários níveis de significado.

Em aramaico, a palavra ruha pode significar “sopro”, “espírito”, “ar”, “vento”, “respiração” ou a própria “alma” — isto é, a parte de nós que está sempre ligada ao Grande Sopro, à fonte da vida. — Neil Douglas-Klotz

A mensagem viva

No livro A Mensagem Viva de Jesus (título original: The Aramaic Jesus Book of Days), Douglas-Klotz apresenta uma nova compreensão da mensagem de Yeshua aplicada ao dia a dia. São quarenta capítulos para serem vivenciados em quarenta dias de transformação interior.

Por exemplo, o que foi traduzido em Mateus 6:10 como:

Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu

poderia ser compreendido originalmente como:

Que o Sopro da vida suscite uma nova manifestação de coragem-desejo em mim e por meu intermédio, unindo céu e terra, em todos os momentos e aqui e agora na minha vida — Neil Douglas-Klotz

Temos também a bem-aventurança que, em Mateus 5:5, foi traduzida como:

Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra

que pode ser interpretada assim:

Sintonizados com a Fonte e felizes em maturidade são os que suavizam conscientemente o que é muito rígido neles. Eles recebem sua herança natural de força e cura da dádiva de fazer parte do mundo da natureza, de estar encarnados no tempo e no espaço — Neil Douglas-Klotz

Para saber mais, consulte:

Até breve!