Humildes de espírito — parte 2

Em um artigo anterior sobre esse tema, trouxemos novas perspectivas sobre o significado da expressão humildes de espírito, encontrada na Bíblia. Há uma passagem semelhante, em que Jesus Cristo diz:

Bem-aventurados são vocês, os pobres, porque o Reino de Deus é de vocês.

Agora vamos conhecer uma interpretação dessa mensagem que considera a visão de mundo da época de Jesus e também seu idioma nativo: o aramaico.

No livro A Mensagem Viva de Jesus, o autor e professor Neil Douglas-Klotz explica que a passagem poderia ser interpretada da seguinte forma:

Maduros estais quando compreendeis que não há nada a que se agarrar. Então a visão e a força da Realidade podem começar a se apoderar de vós.

A mensagem de Yeshua — Jesus aramaico — fala sobre os limites que criamos para nós mesmos quando nos agarramos à personalidade, às ideias e às opiniões. Quando fazemos uma limpeza interior, abrimos espaço para que a alma irradie luz em nossas vidas por meio do nosso coração.

O professor sugere a seguinte reflexão:

Talvez a vida esteja lhe dizendo para provar o tônico de Yeshua, que pode inicialmente parecer veneno para seu senso de quem você pensa que é. Você consegue acreditar que se parar um momento, ou um dia, sua ruha-alma irá lhe dar novas forças? Que “o mundo não irá acabar?” Talvez seja necessário praticar um pouco para conseguir não pensar tanto em si mesmo, a menos que você já esteja vivendo em um estado de amor, devoção e gratidão. Esses são os melhores estimulantes que encontrei.

Aproveite para ler também o artigo Jesus aramaico.

Até breve!

Liberando memórias do passado com Jesus Cristo

Hoje falaremos sobre uma prática espiritual descrita inicialmente por Agnes Sanford e apresentada por Catherine Ponder na obra As Leis Dinâmicas da Oração.

A autora explica a ideia assim:

Concordo com a Sra. Sanford que Jesus Cristo veio para curar não apenas a mente consciente, mas também a mente subconsciente, que contém todas as memórias e bloqueios emocionais que impedem que nossas orações sejam atendidas. Como não existe um elemento de tempo humano no plano espiritual, você pode convidar Jesus Cristo para entrar em sua infância, em sua vida pré-natal, em sua adolescência, nos primeiros anos da vida adulta e em qualquer outra fase, para curar e consolar as lembranças infelizes ou amargas que ainda permaneçam ali…

Passo 1

Faça o convite a Jesus, declarando:

Venha para minha vida, Jesus Cristo. Convido-te a entrar em minha memória subconsciente para curar tudo aquilo que precisa ser perdoado, liberado ou redimido. Purifica-me e liberta-me disso agora!

Passo 2

Visualize a presença viva de Jesus Cristo em sua infância, juventude ou vida adulta. Imagine-se de mãos dadas com ele, recebendo conforto, perdão, cura e amor para você e para todas aquelas experiências do passado.

Passo 3

Depois, sempre que lembrar do processo em andamento, declare:

Obrigado, Jesus Cristo. O amor perdoador de Jesus Cristo agora me libertou das experiências dolorosas do passado ou do presente, e agora sigo livre para ser feliz.

Catherine Ponder afirma que, durante a liberação de memórias, pode surgir uma sensação de felicidade e alívio. Nesse processo, bloqueios mentais, emocionais e físicos são removidos, permitindo que o bem maior flua para nossa vida.

Como inspiração para a prática, apresentamos abaixo uma conhecida pintura de Jesus Cristo, feita por Warner Sallman.

Um abraço!

A criança interior

Em outros artigos, falamos sobre este aspecto da mente conhecido como subconsciente ou “criança interior”. Essa parte mais sensível de nós cuida das funções básicas do corpo e armazena lembranças do passado que influenciam sentimentos e reações no presente.

Podemos dizer que o aspecto espiritual do nosso ser está constantemente em diálogo com a criança interior. Enquanto isso, memórias — energias acumuladas — são purificadas, abrindo espaço para renovação emocional, mental e física. Esse processo acontece naturalmente.

No livro BLUE ICE: The Relationship with the Self (sem tradução em português), Ihaleakala Hew Len diz o seguinte, ao se referir à criança interior pelo nome havaiano Unihipili:

O Ho’oponopono trata de estar em paz consigo mesmo. Enquanto você estiver em paz consigo, dentro do Ser — o lugar onde o Unihipili (o subconsciente) existe e no qual a existência habita — então estará em harmonia com tudo ao seu redor.

O autor também descreve seu relacionamento com a criança interior:

É um relacionamento de longo prazo. Então, acredito que o peso maior vem justamente de NÃO conhecer o Unihipili. Esse é o verdadeiro fardo. A maioria de nós vive sem perceber que existe uma Criança dentro de si. Assim, quando nos sentimos sobrecarregados ou cansados, é a Criança que está fatigada pelas velhas memórias se repetindo.

Trabalho com meu Unihipili há muitos e muitos anos, e mesmo hoje, às vezes ainda o negligencio.

Por isso, é algo contínuo. Amar e cuidar do Unihipili, reeducá-lo e conversar com ele sobre como deixar ir — tudo isso faz parte do processo de construir um relacionamento.

Essa harmonia interior resulta em mudanças e milagres no mundo exterior. Esse é um dos motivos que tornam a criança interior — unida à divindade — tão poderosa!

Para acompanhar esta reflexão, uma música inspirada neste tema faz parte do álbum Aramaico Wave, disponível em Amazon Music, Apple Music, Spotify e YouTube Music.

Se preferir, assista ao vídeo da música no YouTube.

Até breve!

O superconsciente e a prosperidade

Versão em vídeo no YouTube.

Hoje, vamos falar sobre uma parte poderosa do nosso ser que está sempre presente para nos guiar: o superconsciente.

O superconsciente é muitas vezes chamado de Eu Sou, Eu Superior ou até mesmo Mente de Cristo. Ele é uma presença divina dentro de nós, que está além da lógica, da razão e do esforço consciente. Não importa o momento ou a situação em que nos encontramos, o superconsciente está lá, pronto para nos oferecer clareza, sabedoria e direção.

Essa parte do nosso ser se conecta diretamente à inteligência divina, ajudando-nos a tomar decisões mais acertadas, seja em negócios, em questões familiares ou em desafios pessoais. Em momentos de tensão ou quando nos sentimos perdidos, é o superconsciente que nos traz a paz, revelando soluções intuitivas e profundas, que não vêm do esforço, mas da entrega e confiança.

E é aqui que entra um aspecto importante: o superconsciente respeita nosso livre-arbítrio. Ele não impõe nada, mas, com muito amor, nos guia, sempre buscando o melhor para nós, desde que estejamos abertos a escutá-lo. Ele nos ajuda a alinhar nossos pensamentos e ações com a vontade divina, que é sempre boa, perfeita e próspera.

Prosperidade além dos bens materiais

Quando falamos de prosperidade, a ligação com o superconsciente é fundamental. Prosperidade não é apenas sobre dinheiro ou bens materiais, mas sobre a percepção de abundância que flui naturalmente quando estamos em sintonia com nossa essência divina. Quando dizemos “Deus é a fonte da prosperidade”, estamos reconhecendo que essa fonte está dentro de nós, disponível a cada momento.

A chave está em confiar. Confiar que tudo o que precisamos já está sendo providenciado, que a abundância é uma realidade que nos acompanha, e que o superconsciente é o canal por onde essa energia de prosperidade flui para nós.

Abrir espaço para a inspiração

Ao praticarmos a presença, através de momentos de quietude e respiração consciente, criamos o espaço para que o superconsciente se manifeste de forma mais clara e constante em nossas vidas. Ele nos orienta, nos inspira e nos ajuda a liberar qualquer bloqueio, nos lembrando de que somos merecedores de tudo o que é bom.

No fundo, tudo o que precisamos fazer é nos abrir para essa presença interior e confiar que a orientação virá no momento certo. Quando fazemos isso, começamos a ver o mundo ao nosso redor de uma maneira diferente. A prosperidade não é algo distante ou difícil de alcançar; ela é uma manifestação natural da nossa conexão com o divino, sempre presente e pronta para fluir em nossa direção.

O superconsciente está com você — é parte do seu ser, guiando-o, protegendo-o e abençoando-o. Basta confiar, e ele se manifestará.

Até breve!

Afirmações — palavras mágicas

Fazer afirmações ajuda a transformar nosso estado mental e emocional, principalmente quando estamos naquelas fases de altos e baixos. Também pode ser uma forma de reconhecer a presença divina.

A palestrante e autora Louise Hay transformou sua vida usando afirmações. Ela explica que cada pensamento, palavra, decisão e ação afirmam o que acreditamos ser verdade e influenciam como experimentamos a vida. Ao fazer uma afirmação, saímos do papel de vítima e reconhecemos nosso próprio poder. As afirmações ajudam a liberar crenças limitadoras e a estar mais presente. Ela resume:

Uma afirmação é um novo começo.

Joseph Murphy, autor do Guia para o poder do subconsciente, explica que a mente é como um jardim, nós somos como um jardineiro e as afirmações são como as sementes (pensamentos) plantadas conscientemente no solo da mente subconsciente:

O que quer que você semeie na mente subconsciente, você colherá no seu corpo e no ambiente.

No Ho’oponopono — o método havaiano de resolução de problemas — as afirmações são essenciais, porém não são utilizadas com o objetivo de realizar desejos específicos. A ferramenta mais conhecida dessa prática é a repetição das frases “Eu te amo” e “Obrigado”. Ao repetir essas palavras ao longo do dia, estamos abrindo espaço para transformar a energia associada ao passado emocional, que é a causa dos problemas. Um aspecto do nosso ser — a divindade interior — se encarrega dessa “limpeza”, determinando quais memórias precisam ser transmutadas primeiro.

As frases que eu pronuncio são como palavras mágicas que abrem o segredo do universo. Quando recito as frases, que emergem como um poema, estou me abrindo para que o Divino me purifique e apague todos os programas que me impedem de estar aqui e agora. — Joe Vitale

Dessa forma, a repetição de afirmações pode ser útil em diferentes momentos da nossa jornada.

Para concluir, compartilho uma afirmação que é um novo começo para mim, sempre que a repito:

Me deixo levar pelo plano divino da minha vida, agora!

Para acompanhar esta reflexão, uma música inspirada neste tema faz parte do álbum Aramaico Wave, disponível em Amazon Music, Apple Music, Spotify e YouTube Music.

Se preferir, assista ao vídeo da música no YouTube.

Até breve!

A respiração e o poder do cosmos

Ao estudar os povos antigos e sua sabedoria ancestral, descobrimos que a prática espiritual pode ser tão simples quanto uma respiração consciente.

Em seu tempo, Jesus Cristo ensinava que o estado mais feliz que podemos viver é estar em união com Deus, neste momento. Ele nos convidava a considerar cada respiração como uma passagem para uma sensação maior de poder — o Eu Posso — quando renunciamos à ideia de um “eu” separado da Fonte. Assim, nos unimos ao amor, à energia vital e à luz do cosmos.

Descubra o Eu Posso: perceba o poder da vida respirando em você.

Para acompanhar esta reflexão, uma música inspirada neste tema faz parte do álbum Aramaico Wave, disponível em Amazon Music, Apple Music, Spotify e YouTube Music.

Se preferir, assista ao vídeo da música no YouTube.

Até breve!

Libertar o outro dentro de nós para nos libertar

Na literatura metafísica, é conhecida a ideia de que libertar alguém — mental e emocionalmente — é uma forma de se libertar também.

Catherine Ponder, pastora e autora de livros sobre prosperidade e cura espiritual, diz que a maioria dos problemas nos relacionamentos humanos se dissolveria se as pessoas praticassem libertar os outros, em vez de tentar moldá-los de acordo com sua própria vontade ou expectativa. Ela explica assim:

Sempre que você se sentir preso a outra pessoa — às suas atitudes, comportamentos ou modo de vida — é porque você a prendeu a si mesmo. Você mesmo possui a chave da sua liberdade. Você gira essa chave quando libera a pessoa, ou a situação que vinha ressentindo ou condenando.

O método havaiano de solucionar problemas — Ho’oponopono — apresenta uma ideia similar. Quando tentamos forçar alguém a ser como queremos, podemos estar criando ou agravando um problema, pois não existe nada “lá fora”. Tudo está acontecendo dentro de nós. Aquilo que percebemos lá fora como um problema é o efeito de uma memória que se reapresenta. Nossa missão é reconhecer, assumir responsabilidade e dar início ao processo de transformação das energias associadas a essas memórias. Joe Vitale, no livro Limite Zero, resume assim:

Basta dizer que sempre que quiser melhorar qualquer coisa na sua vida, desde as finanças até os relacionamentos, você só precisa procurar em um único lugar: dentro de si mesmo.

Quando os ensinamentos de Jesus Cristo são interpretados a partir do aramaico, seu idioma original, descobrimos que, em sua época, havia uma noção diferente sobre o que está dentro e o que está fora de nós. Neil Douglas-Klotz, professor e autor de A Mensagem Viva de Jesus, explica que a comunhão com Deus e a escolha de se libertar do passado podem trazer nosso coração de volta ao seu estado saudável. Ele diz assim:

O ato de soltar pode ocorrer ao longo do tempo ou instantaneamente. Se antes nos unirmos à nossa alma-ruha, poderemos extrair dela todo amor, vida e luz que já são nossos, neste momento, desde que lhes deixemos espaço livre. Então, esse fogo de amor consome todas as cordas e nós desgastados.

Podemos dizer que a libertação envolve basicamente:

  1. Entrar em comunhão com o divino.
  2. Fazer afirmações de amor, perdão e libertação.
  3. Não reagir inconscientemente, para não reforçar os padrões do passado que aprisionam.

Assim, ao libertar o outro dentro de nós, também abrimos espaço para nossa própria libertação.

Vamos praticar?

Ho’oponopono e prosperidade

Neste artigo vamos falar sobre o Ho’oponopono — método havaiano de resolução de problemas — e sua visão sobre prosperidade.

O objetivo do Ho’oponopono é a liberdade do passado, o chamado “estado zero”, quando a inspiração pode fluir livremente em nós, sem a interferência das memórias.

Por meio de ferramentas como a repetição das frases “Eu te amo” e “Obrigado”, fazemos uma petição à Divindade — a fonte do amor — para neutralizar a energia associada a pessoas, coisas e lugares. Isso inclui, por exemplo, as emoções que sentimos em relação ao dinheiro, à riqueza e às dívidas. Como é explicado no livro Limite Zero, podemos escolher o que queremos, mas é a Divindade que decide o que é melhor para nós.

O Ho’oponopono não se baseia em imaginação ou visualização para alcançar o que se deseja. Ele parte do princípio de que as memórias inconscientes são a causa dos bloqueios que nos impedem de receber o nosso bem maior — saúde, felicidade, riqueza, etc.

Os problemas são memórias que estão sendo reencenadas. As memórias são programas. Elas não são apenas suas. São compartilhadas. A maneira de liberar a memória é enviando amor para a Divindade. Esta escuta e responde, mas da maneira que é melhor para todos, no momento certo para vocês. Vocês escolhem, mas não decidem. Quem decide é a Divindade. — Ihaleakala Hew Len

Deus conhece nossas necessidades melhor do que nós. Então, em vez de ficarmos ansiosos e preocupados, podemos relaxar.

Muitos me questionam sobre viver sem objetivos e sem fazer planos. “E os nossos desejos e sonhos, Mabel?”, me dizem. Não se trata de não os ter. Podemos ter desejos, mas não devemos nos apegar a eles. Não dependemos da realização deles para sermos felizes. Assim percebemos que os desejos e planos de Deus para nós são muito melhores do que imaginávamos. — Mabel Katz

Para saber mais, consulte:

Até breve!

O que acontece na transformação espiritual

Neste artigo vamos falar sobre alguns dos principais aspectos da transformação espiritual que ocorre em nós.

A presença divina

Em algum momento de nossa jornada terrena há um despertar de amor no coração e começamos a reconhecer a presença divina. Conforme nos habituamos a perceber que o divino é a presença em tudo — inclusive no que chamamos de “eu”, nosso corpo físico, mental e emocional —, uma mudança começa a acontecer na forma como percebemos a realidade.

Amor próprio e passado emocional

Acolhemos com amor o “eu” e suas partes — vozes e reações — que são resultado do passado emocional. Alguns exemplos de vozes comuns que podem surgir como narrativas mentais são: “Não sou bom o bastante”, “Tenho medo”, “Não sou valorizado”, “Fui abandonado (ou injustiçado, humilhado, rejeitado, traído)”. Culpa, condenações e julgamentos também são efeitos do passado que podem nos afetar no presente. Trazemos essas memórias para a luz divina, sem lutar contra elas.

O mundo reflete o que há em mim

Algumas dessas vozes internas não acolhidas podem aparecer externamente na forma de pessoas próximas — “vizinhos” — ou como situações que se repetem em nossa vida. Cabe a mim reconhecê-las, aceitá-las e acolhê-las.

Confiança espiritual

Percebemos que estamos conscientes apenas de uma pequena parte do que está acontecendo conosco. A divindade sabe de tudo — onisciência. Aprendemos a confiar e a relaxar enquanto energias do passado são transmutadas.

Esquecimento e rigidez

Precisamos lembrar de nossa humanidade e da ligação que temos com o divino e com a natureza. Também precisamos suavizar aquilo que nos torna rígidos. Dessa forma evoluímos e liberamos o poder do cosmos presente dentro de nós.

Práticas espirituais

É comum buscarmos algum tipo de prática espiritual quando nos conscientizamos de que estamos passando por uma transformação profunda. Podemos ser inspirados nessas práticas por uma religião, filosofia ou comunidade espiritual. Qualquer que seja a prática escolhida, é sempre nossa alma indicando o caminho a seguir.

Comunidade

Participar de algum tipo de comunidade espiritual é muito importante. É uma forma de aprender, compartilhar experiências e se inspirar. Esse é um dos propósitos deste blog.

Um abraço!

Somos perfeitos como somos

Louise Hay, em Como Amar a Si Mesmo: Devocional Diário, nos lembra que somos a expressão perfeita da vida e que não precisamos provar nada a ninguém. Ela diz:

Você é perfeito como é, aqui e agora. Você é suficiente. Você e a Vida são um só. Não há necessidade de lutar para ser melhor. Tudo que você precisa fazer é amar a si mesmo hoje mais do que ontem e tratar-se como alguém profundamente amado.

A autora explica que o amor é o alimento de que precisamos para alcançar nossa grandeza e que, conforme aprendemos a nos amar mais, também aprendemos a amar mais a todos. Ela complementa:

Juntos, alimentamos com amor um mundo cada vez mais belo. Somos todos curados, e o planeta também é curado. Com alegria, reconhecemos nossa perfeição e a perfeição da Vida. E é assim que deve ser.

Um abraço!