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Um abraço!
Estudos e Contemplação
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Catherine Ponder, pastora e autora de livros sobre prosperidade e cura, ensina que a “luz branca do Cristo” pode ser invocada em oração e meditação. Essa luz é descrita como um poder protetor e transformador, reconhecido por místicos e santos ao longo dos séculos. Mesmo quando não conseguimos percebê-la visivelmente, podemos decretar sua presença ao redor de pessoas e situações, trazendo cura, paz e soluções inesperadas.
Ela relata exemplos de problemas humanos e relacionamentos difíceis que foram resolvidos quando alguém, em silêncio e fé, visualizou a luz do Cristo envolvendo todas as pessoas da situação. Situações marcadas por anos de conflito, confusão e sentimentos pesados se transformaram em poucas semanas, quando essa luz espiritual foi invocada.
Ponder também mostra que até organizações ameaçadas por atitudes egoístas e dominadoras puderam se libertar quando a luz do Cristo foi afirmada como proteção. Essa prática dissolveu tensões e trouxe alívio coletivo.
A autora recomenda que, em vez de pensar em si mesmo ou nos outros como limitados e presos a condições infelizes, cada pessoa se envolva mentalmente com a luz do Cristo. Afirmações simples como “Haja luz” ou “Sou filho da luz e ando na luz” ajudam a encher a mente e o coração dessa presença espiritual.
A luz do Cristo é capaz de trazer cura, renovar situações e abrir caminhos. Ao preenchermos nossa vida com essa luz, experimentamos o milagre das orações respondidas.
Até o próximo artigo!

Joseph Murphy, autor do best-seller O Poder do Subconsciente, afirma que o processo de cura ocorre com mais rapidez durante o sono, pois, nesse estado, não há interferência da mente consciente. Ele também explica que a prece e a meditação são formas de sono — ou seja, adormecemos para o mundo dos sentidos e despertamos para a sabedoria e o poder da mente subconsciente.
Lembre-se: você é espiritualmente recarregado durante o sono. Sono suficiente é fundamental para termos alegria e vitalidade. — Joseph Murphy
Murphy conta uma história em que precisava tomar uma decisão importante e recorreu à inteligência infinita de sua mente subconsciente, fazendo orações antes de dormir. A resposta veio por meio de um sonho: um amigo de confiança lhe dava exatamente a orientação de que precisava. Ele comenta ainda que, para algumas pessoas, o aviso pode vir na forma de um ente querido, como uma mãe que aparece em sonho e aconselha sobre um assunto.
Dr. Luc Bodin, autor de O Grande Livro do Ho’oponopono, também fala sobre a relação entre memórias e sonhos, citando Freud:
Para Freud, os sonhos são fruto do seu inconsciente. São as manifestações das suas pulsões e dos seus desejos inconscientes. Eles expressam o que você guarda escondido dentro de si, consciente ou inconscientemente. São uma espécie de desabafo ou válvula de escape que permite liberar as tensões fortes demais que estavam presentes no seu inconsciente, a fim de manter a sua consciência em equilíbrio. A evocação de uma lembrança durante um sonho geralmente indica que está na hora de ela ser solucionada. É por isso que os sonhos são uma outra maneira de compreender as memórias erradas enterradas no fundo de si mesmo.
A inteligência infinita
Com base nessas reflexões, podemos compreender que a inteligência infinita — o Ser — representado pelo nível superconsciente da mente, também se comunica por meio dos sonhos. Essa inteligência reúne memórias do subconsciente, tanto individuais quanto coletivas, e oferece respostas que servem ao bem maior.
E você, tem muitos sonhos?

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Em algum momento da vida, passamos a questionar quem somos e qual é nossa verdadeira natureza. Para algumas pessoas, essa busca por respostas pode surgir espontaneamente. Para outras, pode ser um acontecimento específico ou ainda uma insatisfação que parece estar sempre presente, como dizendo: “há algo além disso.”
O Ser e a mente
Nós nos enxergamos através da mente, e o que habitualmente chamamos de “eu” está sempre mudando: corpo físico, pensamentos, sensações. Porém, com a prática da auto-observação, da meditação ou da presença, começamos a perceber que somos algo mais sutil — o que pode ser chamado de Consciência, Espírito, Ser. Nossa essência está além das formas físicas e mentais e se expressa através delas.

Transformação interior
Quando nossa percepção muda e descobrimos essa outra dimensão de nós mesmos, ocorre um tipo de transformação. Percebemos que os pensamentos são formas de energia que influenciam o que sentimos e como agimos, mas não determinam quem somos. Podemos escolher acreditar — ou não — numa narrativa que a mente ou alguém esteja contando. Podemos escolher um pensamento que gera uma emoção positiva ou negativa. Ou ainda, podemos escolher entre reagir ou permanecer presentes, inabaláveis. É o nível de identificação com o conteúdo da mente que determina nossas ações e reações, mas é sempre você, a Consciência, por trás de tudo.
Liberdade e paz
Essa mudança de percepção traz liberdade, pois os pensamentos perdem o poder — um poder que havia sido dado por nós mesmos. Agora, a mente passa a desempenhar seu papel original: uma via de transmissão por onde flui a sabedoria que vem do Ser — ou do Espírito. E então, a paz que excede a compreensão intelectual é experimentada.
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As memórias de emoções negativas armazenadas no inconsciente, também conhecidas como corpo de dor, podem gerar comportamentos e criar situações que trazem sofrimento para nós e para as pessoas ao nosso redor.
Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que eu chamo de “corpo de dor”. — Eckhart Tolle
Esse passado emocional, compartilhado ou herdado de nossos ancestrais, pode ter sua energia transformada por meio das práticas espirituais.
A ciência e as emoções do passado
A epigenética estuda como fatores externos, como estilo de vida e ambiente, influenciam a expressão de genes sem alterar diretamente o DNA.
Estudos iniciados na década de 1970, que analisaram o impacto do Holocausto nos filhos de sobreviventes, começaram a mostrar como experiências traumáticas podem afetar profundamente a saúde mental e emocional de gerações futuras.
Como liberar as memórias?
A liberação das memórias negativas do passado pode ocorrer por meio de práticas ensinadas por religiões e filosofias espirituais.
O amor e a fé são princípios essenciais ensinados por Jesus Cristo para uma vida espiritual que transcende os desafios do mundo material. A oração é um meio poderoso de liberar o poder divino para purificação e renovação.
A meditação, ensinada por Buda, dissolve memórias do passado responsáveis por reações inconscientes no presente. A luz da consciência purifica a mente e o corpo.
Os caminhos espirituais originários da Índia, como a ioga da devoção, do conhecimento, do serviço ou do autocontrole, conduzem à realização do Ser — nossa dimensão espiritual — e à purificação mental e emocional.
O Ho’oponopono, sistema havaiano para resolução de problemas, utiliza quatro frases repetidas, além de outras ferramentas, para transmutar memórias subconscientes. Nesse método, a divindade recebe um pedido consciente de purificação e transmuta as memórias, levando a mente ao estado original.
O Dr. Luc Bodin, coautor de O Grande Livro do Ho’oponopono, esclarece a importância da liberação de memórias:
Esse mecanismo explica perfeitamente o funcionamento do Ho’oponopono: o apagamento de uma memória errada traz uma mudança nas suas emoções e pensamentos, o que suscita imediatamente alterações no seu DNA, que, na sequência, vai mudar o ambiente ao seu redor graças à ação que ele exerce na matéria.
Também podemos criar o hábito de praticar a presença. Ao fazer isso, evitamos a renovação do corpo de dor e nos libertamos das influências do passado. Você pode iniciar essa prática de forma simples: feche os olhos e traga a atenção ao seu corpo ou à sua respiração. Apenas observe-se por alguns minutos e relaxe. Ao fazer isso, você reconhece o Ser além das formas e cultiva uma nova percepção de si.
Até o próximo artigo!
O Dr. Danny Penman, autor do livro A Arte de Respirar, nos lembra que os estados mentais mais intensos se refletem no corpo na forma de sensações físicas. Cada uma dessas sensações é uma mensagem. Se as ignorarmos ou suprimirmos, elas se tornarão mais insistentes e angustiantes, podendo evoluir para infelicidade e sofrimento.
Mas ele explica que há uma alternativa:
Se ouvir essas mensagens conscientemente, sentindo-as de forma ativa no corpo, algo milagroso pode acontecer. Você vai perceber que elas vêm e vão como as ondas no mar ou a respiração no seu corpo. E em breve elas vão começar a se desmanchar por si sós, deixando para trás uma mente mais calma, feliz e perceptiva.
Podemos ir além na interpretação das mensagens do corpo físico. Lise Bourbeau, autora de Escute seu Corpo, explica que há em nós uma superconsciência, que representa nosso lado divino. Esse guia interior sabe exatamente o caminho que devemos seguir e nos envia mensagens através do corpo:
Eis diferentes mensagens que sua superconsciência pode lhe enviar para avisar que há algo nocivo acontecendo na sua vida: emoções exacerbadas (especialmente medo, culpa e raiva), mal-estar, doenças, falta de energia, variações de peso, acidentes, vícios, consumo excessivo de álcool ou drogas, problemas para dormir, etc.
Percebe os sinais do corpo?
Você pode começar a escutá-lo seguindo os passos abaixo:
Até o próximo artigo!
A mente superconsciente é a ponte entre o intelecto e a sabedoria que flui do Ser. Ela não depende de lógica ou análise racional. Diferente do pensamento comum, ela se manifesta em lampejos intuitivos, soluções inesperadas e uma clareza que não vem do esforço, mas da entrega.
Em momentos difíceis, quando a conversa não avança, buscamos uma ajuda maior. Imagine um impasse em negócios, onde discussões travadas atrapalham os projetos. Ou veja uma reunião familiar, em que debates ferem os sentimentos. Até negociações entre países podem se tornar tensões que só agravam o conflito.
O conhecimento vem do intelecto, dos dados. Mas a sabedoria verdadeira flui do Ser. Ela brota do superconsciente, intuitiva e profunda, sem depender de argumentos racionais.
Podemos abrir espaço para essa energia com práticas simples. A prática da presença nos conecta com uma dimensão mais elevada. A respiração consciente acalma a mente e o coração. A quietude e os momentos de silêncio transformam conflitos em oportunidades de crescimento.
O superconsciente está sempre com você, guiando com amor e respeitando seu livre-arbítrio.
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Lembrar de Ser é lembrar de si – não da imagem que temos de nós mesmos, com um corpo físico e uma história, mas do que somos em essência.
Para lembrar de Ser, é necessário primeiro perceber o Ser. Mas como perceber algo sem forma? A percepção da dimensão espiritual acontece através do silêncio, da meditação e de ponteiros: palavras, expressões e perguntas que estimulam a introspecção e rompem com a lógica da mente pensante.
Um desses ponteiros para a percepção do Ser é a expressão “Eu sou”. Simples e livre de identificações, ela reconhece a própria existência sem adicionar nada mais. Além disso, ativa o aspecto espiritual da mente: o superconsciente.
Se você tem o hábito de meditar, talvez já tenha notado que, em determinado momento, esquece de si mesmo. As práticas meditativas trazem alívio ao interromper o fluxo compulsivo de pensamentos. Esse é o início da percepção de sua própria essência.
Durante uma viagem, ao conhecer um novo lugar, assistir a um filme ou participar de qualquer atividade com total atenção, podemos perder a noção do tempo e nos lembrar de Ser. Isso acontece porque o Ser transcende o tempo, que se dissolve quando estamos com a atenção total no momento presente.
Por fim, a expressão “lembre-se de Ser”, utilizada no título deste artigo, também é um ponteiro para a dimensão espiritual. Ela foi escolhida para estimular a introspecção, pois, na verdade, nunca podemos esquecer quem somos em essência.
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