Liberando memórias do passado com Jesus Cristo

Hoje falaremos sobre uma prática espiritual descrita inicialmente por Agnes Sanford e apresentada por Catherine Ponder na obra As Leis Dinâmicas da Oração.

A autora explica a ideia assim:

Concordo com a Sra. Sanford que Jesus Cristo veio para curar não apenas a mente consciente, mas também a mente subconsciente, que contém todas as memórias e bloqueios emocionais que impedem que nossas orações sejam atendidas. Como não existe um elemento de tempo humano no plano espiritual, você pode convidar Jesus Cristo para entrar em sua infância, em sua vida pré-natal, em sua adolescência, nos primeiros anos da vida adulta e em qualquer outra fase, para curar e consolar as lembranças infelizes ou amargas que ainda permaneçam ali…

Passo 1

Faça o convite a Jesus, declarando:

Venha para minha vida, Jesus Cristo. Convido-te a entrar em minha memória subconsciente para curar tudo aquilo que precisa ser perdoado, liberado ou redimido. Purifica-me e liberta-me disso agora!

Passo 2

Visualize a presença viva de Jesus Cristo em sua infância, juventude ou vida adulta. Imagine-se de mãos dadas com ele, recebendo conforto, perdão, cura e amor para você e para todas aquelas experiências do passado.

Passo 3

Depois, sempre que lembrar do processo em andamento, declare:

Obrigado, Jesus Cristo. O amor perdoador de Jesus Cristo agora me libertou das experiências dolorosas do passado ou do presente, e agora sigo livre para ser feliz.

Catherine Ponder afirma que, durante a liberação de memórias, pode surgir uma sensação de felicidade e alívio. Nesse processo, bloqueios mentais, emocionais e físicos são removidos, permitindo que o bem maior flua para nossa vida.

Como inspiração para a prática, apresentamos abaixo uma conhecida pintura de Jesus Cristo, feita por Warner Sallman.

Um abraço!

A ansiedade e a presença radiante

Uma das coisas que percebemos quando iniciamos a prática da auto-observação é o quanto estamos envolvidos com o fluxo de pensamentos e atividades rotineiras — o “piloto automático”, como é comum dizer. Em decorrência disso, podemos sentir ansiedade, o que se tornou um dos grandes desafios da sociedade moderna.

Uma forma comum de lidar com a ansiedade é observar, no dia a dia, quais atividades, situações, pessoas e compromissos despertam essa reação e promover alguma mudança exterior.

Por outro lado, a ansiedade também pode ser causada ou agravada por narrativas mentais — histórias internas baseadas em lembranças do passado — que alimentamos com nossa atenção. Nem sempre percebemos quando isso acontece. Práticas como respiração consciente, oração e presença nos ajudam a perceber e transmutar energias de lembranças que já não são úteis.

Quando tudo parece muito desafiador, é reconfortante lembrar que há um poder maior — o único poder — o “Eu posso” do cosmos. Ele provê a visão do caminho e a energia necessária para percorrê-lo. Essa presença radiante — nossa herança divina — está dentro e fora de nós, sempre disponível, aguardando nosso reconhecimento.

Esse “Eu posso” é a dádiva da nossa alma que nos guia durante nossa vida terrena. — Neil Douglas-Klotz

Você não está só nesta jornada de autoconhecimento e espiritualidade.

Um abraço!