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Conforme evoluímos nesta jornada terrena, é muito comum nos sentirmos atraídos por um estilo de vida mais voltado ao Ser e à natureza. A ideia de continuar correndo, perseguindo coisas atrás de coisas, já não nos atrai mais. Passamos a perceber os objetivos materiais de forma diferente. Sentimos uma necessidade real de parar e estar presentes.
Em A Arte de Relaxar, o monge zen Thich Nhat Hanh diz:
Parar significa interromper nossa corrida, nosso esquecimento, e impedir que fiquemos presos no passado ou no futuro. Nós voltamos para casa, para o momento presente onde a vida está disponível.
Podemos acalmar o corpo e suavizar as emoções por meio de uma prática como a respiração consciente ou ouvindo uma música. Aquilo que buscamos, e que associamos à felicidade, já pode estar aqui, aguardando nosso reconhecimento. Talvez não estejamos satisfeitos com algumas situações, mas podemos escolher onde concentrar nossa atenção.
O autor explica assim:
Quando você anda pelo jardim, pode ver que uma árvore está morrendo, por isso você se sente triste e não consegue aproveitar o resto do jardim que ainda está bonito. Se olhar de novo, pode ver que ao seu redor ainda é bonito, e pode desfrutar disso.
Compreendemos que todas as coisas são passageiras e que cabe a nós parar e tocar o nível mais profundo do nosso ser.
Até breve!

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